ZeideI survived only to tell
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Next steps

Próximos passos — o que dá para fazer, e como

This notebook is in Portuguese, as written during the research. Translation follows in stages, after the first published version.

File
pesquisa/proximos-passos.md
Updated
2026-09-01
Terms of use
Written by the family with AI assistance, August–September 2026. The site's source of truth.

Em ordem de relação entre chance de sucesso e valor do resultado. Atualizado em 31/08/2026, depois da terceira rodada de pesquisa (ver achados.md).

Todos os pedidos formais já estão redigidos, com referências e texto pronto para copiar e colar (inglês/polonês): pedidos-prontos.md.

O que só a família pode fazer — captcha, login, outra rede, pedidos formais — está consolidado num único checklist: pendencias-da-familia.md.

Por onde começar — os três passos desta semana#

  1. Abrir as listas de Annopol (dois cliques, grátis — item 6d): os scans podem responder onde Hersz, Regina e as crianças estavam em 1940–41. Se baixar as imagens/PDF para pesquisa/docs/, a leitura e a tradução do polonês podem ser feitas aqui.
  2. Enviar os dois pedidos garantidos: as Páginas de Testemunho no Yad Vashem (item 1) e o e-mail à USC (item 2 — questionário + vídeo em qualidade de arquivo).
  3. Perguntar aos mais velhos da família pelos nomes que a pesquisa devolveu: Majer, Frania, Tauba, Chaim Lajb (Santo André), Josef e Rolka — memória viva vale tanto quanto arquivo.

1. Preencher as Páginas de Testemunho no Yad Vashem#

Chance de sucesso: 100%. É a única coisa aqui que não depende de encontrar nada.

Herz, Regina, Shia, Marisha e o irmão caçula não estão registrados em lugar nenhum. Registrá-los é um ato que existe independentemente de qualquer descoberta futura.

A família tem hoje material acima da média de quem faz isso — e a rodada de 30/08 melhorou os dados:

Com o cartão de registro encontrado em 30/08 (ver achados.md, item 00), os formulários podem ser preenchidos com nomes e datas completos — um nível de detalhe raro nessas submissões:

O que o formulário pedeO que vocês têm agora
Nome e sobrenomeHersz Aron Stobiecki (n. 1886, Błaszki); Regina Stobiecka, née GRODANS (n. 1888, Dobra); Marjem/Marisza (n. 04/05/1919); Szyja (n. 06/03/1922); Majer (n. 16/01/1929)
Nomes dos paisDe Hersz: Fajbuś e Krajndla (Koszerek). De Regina: Dawid Majer e [Marja] Szajniak. Dos filhos: Hersz e Regina
Local de nascimento / residênciaKalisz, ul. Nadwodna 10 → Parczewskiego 12 (out/1938)
ProfissãoHersz: comerciante/alfaiate de confecções
CircunstânciasDeportação de Kalisz (trens de 02–14/12/1939, provavelmente o de 02/12 para Lublin); o relato da vizinha em [86:04][87:19]
FotografiaA foto de Kalisz, 25/07/1938 (../fontes/fotos/slide04-familia-kalisz-1938-07-25.jpg)
FontesEntrevista 35919 da Shoah Foundation; ficha DP de 1946 (Arolsen 69312025); cartão de registro de Kalisz (AP Kalisz 4463/219)

(Frania, a irmã morta em 1930, não entra no Yad Vashem — não é vítima da Shoá — mas merece lugar na memória da família: é a quinta criança, que nenhuma memória havia registrado. O túmulo dela, de 1930, pode existir até hoje no cemitério judaico de Kalisz.)

Vale saber: as fichas viram registro público e ficam pesquisáveis. Se algum parente de Marisha existir em algum lugar do mundo, é assim que ele encontra vocês — foi exatamente assim que a família de Rafu Stobieski ficou visível para nós.


2. Pedir à USC o questionário pré-entrevista (PIQ) e a cópia do vídeo#

Chance de sucesso: alta. Esforço: um e-mail.

O nome do caçula já está confirmado pelo cartão de registro (item 00 de achados.md) — mas o questionário pré-entrevista de 1997 pode conter o que Mojsie mesmo declarou sobre a família fora da fita (anos que ele lembrava, nomes hebraicos, detalhes de Marisha), e a USC fornece a familiares uma cópia do vídeo em qualidade de arquivo — melhor que o WMV digitalizado.

  • E-mail: sfiaccess@usc.edu — identificar-se como neto, citar "Interview 35919, Mojsie Stobiecki"
  • Pedir: o PIQ (pre-interview questionnaire) e a cópia do testemunho

3. Solicitar ao Arolsen Archives o dossiê T/D 200.483#

Chance de sucesso: alta (o dossiê existe). Valor: desconhecido — e é isso que o torna interessante.

O ITS (hoje Arolsen Archives) abriu em 1967 um caso de rastreamento sobre "STOBIECKI, IZRAEL (further first names: MOJSIE, MONIEK)" — 6 documentos, não digitalizados publicamente. Alguém, em 1967, procurou por ele ou pediu algo em nome dele (indenização? busca de parente? ele mesmo procurando Marisha?).


4. Listas de bordo do porto de Santos — o nome do navio — RESOLVIDO#

Feito em 30/08/2026 (ver achados.md, item 0): vapor GROIX, Chargeurs Réunis, Le Havre → Santos, com o nome dele na lista de bordo (linha 29 da folha de temporários). Cópia em docs/.

O que ainda dá para tirar daí, se a família quiser: a nota de chegada do Groix nos jornais da época (Hemeroteca da BN, hoje em https://memoria.bn.gov.br — o Correio Paulistano tem menção ao Groix numa edição de ~10/12/1947, e A Tribuna de Santos cobria o movimento do porto; a visualização das páginas pede um captcha manual).


5. Registros civis judaicos de Kalisz — os atos de nascimento e o casamento#

O essencial já veio do cartão de registro (nomes e datas de todos — ver achados.md, item 00). O que os atos civis ainda acrescentariam: as grafias oficiais, os nomes hebraicos e o casamento Hersz × Regina (~1910–1914, não indexado em lugar nenhum; o local mais provável é Kalisz 1912–14 ou Dobra, a cidade dela — cujos registros judaicos não estão indexados).

Onde cada busca termina (mapeado em 30–31/08/2026):

  • Geneteka: não indexa os registros judaicos de Kalisz nem de Błaszki — zero cobertura (verificado de primeira mão em 31/08).
  • JRI-Poland (busca legacy, sem login): Kalisz indexada só 1809–92 e 1903–11; Błaszki tem a linha paterna inteira com atos numerados (cinco gerações — tabela e links dos scans em ../fontes/dados-biograficos.md, "A linhagem de Błaszki"). A busca nova exige conta.
  • Szukaj w Archiwach: bloqueado desta rede por filtro de IP (Imperva "Error 16", confirmado em duas rodadas) — de outra rede/celular os links já preparados devem abrir: os scans de Błaszki (ato 56/1886 do Hersz Aron etc.) e os livros do fundo 693 de Kalisz — nascimentos de 1921 (sygn. 123) e 1922 (sygn. 181-182) já online (o ato de Szyja, nascido 06/03/1922, está ao alcance); os livros de 1914/1917/1919/1929 vão sendo publicados pela regra dos ~100 anos.
  • ŻIH (Varsóvia): o acervo digital está fora do ar por migração (sem prazo) — a ficha de sobrevivente de 1945 do "Stobiecki Moniek" (Comitê de Kalisz) fica para o novo portal, ou para consulta presencial.
  • Caminho oficial: pedir por e-mail ao Archiwum Państwowe w Kaliszu os atos de 1914–1929 do fundo 693 (agora com nomes, datas e endereços exatos para citar) — e ao arquivo competente os registros de Dobra (prováveis em AP Poznań, oddział Konin), para o nascimento de Regina (~1888) e o casamento.

6. Pedir ao JDC Archives os DOIS dossiês de Paris: o dele (BR 1001) e o de Tauba (US.6235)#

Chance de sucesso: alta (os dossiês estão referenciados em documentos). Valor: alto.

A rodada de 31/08 achou no índice do JDC o registro de partida do próprio Mojsie — "STOBIECKI Moniek, Paris File BR 1001, destino BRAZIL, navio Groix" (memorando de 18/11/1947). O dossiê BR 1001 do serviço de emigração do AJDC-Paris pode conter: quem ele declarou como família, o patrocinador no Brasil, correspondência — talvez até fotos.

E Tauba Stobiecka (n. 10/06/1923 em Kalisz, costureira — a única outra Stobiecki de Kalisz nos índices; possível prima): dossiê US.6235 (Reg. 16077), Paris → EUA 1950, acompanhada de Uszer Rotsztajn. Se era parente, pode haver descendentes dela nos EUA hoje.

  • JDC Archives: https://archives.jdc.org (formulário de pesquisa; gratuito)
  • Também vale: Josef Stobiecki (n. 1901) e Rolka Stobiecka (n. 1919), registrados no mesmo campo de Heidenheim que Mojsie — pedir ao Arolsen os registros deles

6b. O túmulo da Frania — cemitério judaico de Kalisz#

Chance: incerta (depende de a lápide ter sobrevivido). Valor: um lugar físico para a família.

Frania morreu em agosto de 1930. Caminhos (mapeados em 31/08 — ver achados.md):

  • Localizar o inventário de 2013 das macewas dos dois cemitérios de Kalisz (projeto do TOnZ Kalisz com busca por nomes; a URL saiu do ar — perguntar ao TOnZ/Muzeum Historii Polski);
  • Escrever à zeladoria do cemitério de Podmiejska 21 (contato público no site jewish.org.pl);
  • Se o enterro foi no cemitério velho (o padrão das famílias até ~1932), a lápide pode estar entre as ~2.000 recuperadas do canal Rypinek em 1989.
  • No mesmo cemitério novo está o memorial de Błaszki (cinzas e macewas trazidas em 1967) — o cemitério dos bisavós Fajbuś e Krajndla. Vale uma visita da família, um dia.

6c. Ver a fotografia da família do tio Rafu no Yad Vashem#

Feito em 01/09/2026: cópia em docs/yadvashem-13987692-foto-familia-rafu-leah-stobieski.jpg (uso interno até autorização — ver pendencias-da-familia.md, D). O que segue abaixo é o contexto.

Esforço: nenhum — está online. No registro de Leah Stobieski (https://collections.yadvashem.org/en/names/13987692, item "Photos") há uma fotografia do casal com as três filhas, submetida pela neta em 2001. Se Rafał era o tio que "quase criou" os meninos [129:29–130:09], é um retrato de gente que conviveu com o Zeide menino.


6d. Pedir ao ŻIH/USHMM as três peças que podem conter a família (achado de 31/08)#

Chance: os documentos existem e estão localizados; falta lê-los. Valor: potencialmente o maior de todos.

  1. As listas de Annopol, 1940–41LIDAS nos scans em 01/09/2026 (ver achados.md, rodada 01/09, item 8): Rafał com 4 pessoas de jul/1940 a fev/1941, assinatura dele, "M. Stobiecki" assinando pelo Dr. Zajfen; Hersz/Regina/filhos ausentes; os 63 refugiados chegaram em dez/1939 de Kalisz. O que resta abaixo é o contexto original. As listas de Annopol, 1940–41 (ŻIH; microfilmes Yad Vashem JM/2806 e JM/3971; USHMM tem cópia dos fundos JDC-Polônia): um "Stobiecki Rafał" consta como refugiado em Annopol, distrito de Lublin — e as listas completas (não visíveis online) podem conter Hersz, Regina e as crianças. É a pista mais direta sobre onde a família esteve entre a expulsão e a morte. Pedir cópias: ŻIH (sala de leitura/serviço de cópias, quando o portal digital voltar) ou reference@ushmm.org (citar as URLs do catálogo, D17).
  2. ŻIH 303/XVI/79 (CKŻP, Wydział Prawny — "imóveis, pessoas privadas, letra S", 1946–50): contém "Stobiecki J." e "Stobiecki Perec" — possivelmente alguém da família reivindicando o prédio no pós-guerra.
  3. Ficha TOZ, unidade 815 (colônias de férias, Dzierżoniów 1947): a criança "Stobiecki Cwi" — possível parente sobrevivente (Cwi = Hersz).

7. Arquivo militar polonês (WBH/CAW) — a ficha de soldado e a medalha#

Chance: boa (o acervo certo existe; kwerenda é gratuita). Valor: alto — documentaria unidade, ferimento e a condecoração de [133:28].

Não há índice online de soldados do LWP (verificado em 31/08: as bases parciais do WBH têm 5 Stobiecki, nenhum é ele — ausência ali não significa ausência de ficha). O acervo relevante: fundos da 1ª Divisão Kościuszko (dział III), Teczki Akt Personalnych (inclusive soldados rasos), Kolekcja Krzyża Walecznych e os registros das RKU 1945–47 (a baixa foi em Łódź). Como pedir (mapeado; nada foi enviado):

  • Formulário de kwerenda: https://wbh.wp.mil.pl/c/pages/atts/2025/10/bFolmularz_Kwerendy_nowy1.pdf
  • E-mail: wbh.informacja@ron.mil.pl (WBH, ul. Pontonierów 2A, 00-910 Warszawa)
  • Enquadrar como confirmação de tempo/curso do serviço ("ustalenie przebiegu służby") — esse tipo de kwerenda o arquivo faz à distância e sem custo (cópias são pagas); pesquisa "genealógica" pura eles só fazem presencialmente.
  • Citar: Izrael/Mojsie (Moniek) Stobiecki, s. Hersza Arona, ur. 12.12.1914 w Kaliszu; służba zasadnicza 1937–38; 1 Dywizja Piechoty im. T. Kościuszki / 1 Armia WP ok. 1943–45; ranny w lewą rękę; zdemobilizowany w Łodzi w 1945 (RKU Łódź); odznaczony medalem za odwagę — e pedir busca em TAP, akta odznaczeniowe, kolekcja RKU e spisy zdemobilizowanych.
  • Nota: o Monitor Polski 1946–48 foi varrido em 47/74 edições relevantes — só um homônimo (Zygmunt); muitas condecorações de front saíam em ordens de comandante, que estão no CAW.

7b. Museu Estatal de Majdanek — banco de prisioneiros#

Chance de sucesso: baixa, mas é a pergunta certa. E agora há um segundo alvo: o memorial de nomes de Bełżec (https://www.belzec.eu), já que a pesquisa mostrou que a maioria dos kaliszanos de Lublin morreu lá.

O museu de Majdanek mantém um banco de dados de prisioneiros e recebe consultas de famílias: https://www.majdanek.eu/en

Perguntar por Hersz Stobiecki e Regina Stobiecka (née Grodans), de Kalisz, deportados de Kalisz para Lublin em 02/12/1939 (o trem agora tem data). Mesmo uma resposta negativa tem valor: fecha ou mantém aberta a hipótese central deste dossiê.


8. Traduzir o documento de noivado (tenaim) do slide 8#

Chance de sucesso: alta. Esforço: baixo. O valor SUBIU com a reidentificação.

O documento tido como "a ketubá de 1950" é, na verdade, um contrato de noivado europeu anterior à guerra (ver ../fontes/fotos/README.md). Os nomes manuscritos — ilegíveis na resolução do PDF — podem ser de Herz e Regina, da irmã Marisha e seu noivo, ou da família de Clara. Qualquer possibilidade é um documento único.

Precisa de: (1) digitalização em alta resolução do original físico (a família o tem?); (2) um leitor de cursiva iídiche — qualquer rabino ashkenazita experiente, o Arquivo Histórico Judaico Brasileiro, ou os fóruns de paleografia do JewishGen (ViewMate).


9. Conferir os endereços numa planta de Kalisz — RESOLVIDO; resta um reexame em família#

Feito em 30/08/2026 (ver achados.md, item 10): a Księga Adresowa Polski de 1929 lista "Stobiecki H., Nadwodna 12" — Nadwodna era o nome da Parczewskiego até 1937 — e a esquina com a Kanonicka existe desde 1820. O endereço que ele diz na entrevista está confirmado.

O que resta é com a família: reexaminar o slide 3 (o Street View de "Śródmiejska 14"), que fica a ~300 m dali e não pode ser o mesmo prédio. Vale comparar a foto antiga da loja com as fotos históricas da Kanonicka em https://fotopolska.eu/Kalisz/u65227,ul_Kanonicka.html (abrir no navegador; bloqueia acesso automatizado). Pergunta lateral em aberto: quem era o "W. Horowicz" da inscrição na fachada (não aparece no livro de 1929 — a foto é de ~1936; o Genealogy Indexer, que indexa guias de 1936–39, estava fora do ar — https://genealogyindexer.org, vale repetir).


10. Os rastros brasileiros — três cliques para a família (achados de 31/08)#

Esforço: mínimo. Tudo já está localizado com data e página (ver achados.md, item 9):

  • Acervo Estadão (assinante): as páginas dos avisos fúnebres — 16/11/2000 p. C7 (e 17–19/11) e 13/09/2001 p. C3 (e 14–16/09); os da Clara, 20/09/2016 p. A14 e seguintes.
  • Imprensa Oficial SP (busca aberta): certificar as páginas de 18/05/1950 (o edital de proclamas — vale guardar o PDF no acervo da família) e, se quiserem o retrato completo dos anos difíceis, as de 1969 (a ação de despejo).
  • FamilySearch (conta gratuita): a coleção "São Paulo Immigration Cards, 1902–1980" deve conter o RNE dele — a ficha de estrangeiro com foto e dados declarados.
  • Hemeroteca BN: as ocorrências de "Stobiecki" no Diário da Noite (SP, anos 1950–80; pico 1970–73) — a visualização pede um captcha simples; pode ser ele ou homônimos.
  • Visita, um dia: Butantã, Setor O, Quadra 328, Sepultura 69 — e o próximo Yahrzeit dele é 01/10/2026 (20 de Tishrei).
  • Chaim Lajb Stobiecki (Santo André, 1949–60): perguntar aos mais velhos da família se o nome diz algo; se sim, os registros da Jucesp e do DOE já estão mapeados.

Uma nota sobre expectativas#

Dois dos nove itens já se resolveram nesta rodada (o navio — Groix — e o endereço). Dos que restam, quatro têm resultado praticamente garantido (as Páginas de Testemunho, o PIQ da USC, o dossiê do Arolsen e a tradução dos tenaim) e um é bem provável (os registros civis, agora com o sobrenome Grodans em mãos). Os demais podem não dar em nada.

O item que mais importa — o que aconteceu com Marisha — segue o menos provável de todos. Mas a rodada de 30/08 abriu duas frestas novas: o dossiê de 1967 do Arolsen (alguém procurou — quem?) e o fato de que sobreviventes Stobiecki de Kalisz existiram (Tauba). É honesto dizer que continuam sendo frestas, não portas.